Programa Aqui é o Povo destaca Agosto Lilás e fortalece debate sobre o enfrentamento à violência contra a mulher em Brejinho

publicado: 17/08/2026 08h02,
última modificação: 17/08/2026 08h02

O Programa Aqui é o Povo deste sábado (15) promoveu um importante diálogo sobre o Agosto Lilás, campanha de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher, destacando a importância da informação, da proteção dos direitos e da atuação conjunta da sociedade e da rede de apoio.

Apresentado por Emanoel Sidney, o programa contou com as participações de Clarissa Araújo, coordenadora da Mulher; Ednalva Sousa (Lira), conselheira do Conselho da Mulher; e Adriana Santos, vice-presidente do Conselho da Mulher.

Clarissa Araújo falou sobre a importância do Agosto Lilás e dos 20 anos da Lei Maria da Penha, além de abordar os diferentes tipos de violência contra a mulher e a necessidade de ampliar as ações de prevenção e combate aos abusos. A coordenadora também apresentou as ações desenvolvidas no município durante a campanha e destacou a atuação da Casa da Justiça e Cidadania de Brejinho como espaço de orientação e apoio às mulheres que necessitam de acesso à Justiça.

Ednalva Sousa destacou o papel do Conselho da Mulher na defesa dos direitos das mulheres brejinhenses e a importância do trabalho integrado com os demais órgãos da rede de proteção. Durante a conversa, também foram abordados os desafios para fortalecer o atendimento às mulheres e a importância de orientar não apenas as vítimas, mas também as pessoas que presenciam ou têm conhecimento de situações de violência.

Já Adriana Santos ressaltou que a conscientização e o enfrentamento à violência precisam acontecer durante todo o ano. A vice-presidente também falou sobre o projeto “Pela Divisão Justa do Trabalho Doméstico”, abordando a importância da participação dos homens nas tarefas de casa e nos cuidados com a família, além dos impactos que a sobrecarga dessas responsabilidades pode provocar na vida das mulheres.

A gestão municipal reforça que o Agosto Lilás é também um chamado à participação de toda a sociedade: combater a violência contra a mulher é uma responsabilidade coletiva e um compromisso permanente com a garantia de direitos, a dignidade e o respeito.